29 de agosto de 2017
Detalhes dos riscos e da reação contra a reforma trabalhista

A partir de novembro, nenhum emprego será mais como era antes. Defendendo interesses de grandes empresários, rentistas e banqueiros, parlamentares em grande parte envolvidos em escândalos de corrupção deram início ao maior desmonte trabalhista já visto. Assim, foi aprovada a terceirização irrestrita e a reforma trabalhista, que enterram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Atendendo a esses mesmos setores poderosos, Temer sancionou o desmonte, pagando seu débito com aqueles que apoiaram e financiaram sua chegada à Presidência.

Veja como votaram deputados e senadores na reforma trabalhista

Agora, só a luta te garante! Para barrar retrocessos nas conquistas da categoria bancária é preciso reagir e o movimento sindical já está fazendo sua parte. Os representantes dos trabalhadores entregaram no dia 8 de agosto, à federação dos bancos (Fenaban), documento para a construção de um termo de compromisso para proteção dos empregos e direitos da categoria, conquistados em anos de luta. O documento foi aprovado por empregados de bancos públicos e privados de todo o Brasil, reunidos na 19ª Conferência Nacional, em 30 de julho.

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