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Categoria bancária reforça luta contra a violência de gênero

  • pixealagencia
  • 10 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Mobilização nacional marca os “21 Dias de Ativismo” e reafirma compromisso com a dignidade das mulheres bancárias dentro e fora dos bancos


Imagem: Contraf/CUT
Imagem: Contraf/CUT

No domingo, 7 de dezembro de 2025, milhares de mulheres saíram às ruas em mais de 20 estados e no Distrito Federal em um dos maiores atos recentes contra o feminicídio e a violência de gênero no país. A manifestação, organizada pelo movimento Levante Mulheres Vivas, trazia cruzes pretas, fotos de vítimas, nomes e faixas com pedidos urgentes de justiça. A mobilização foi também apoiada pela categoria bancária, por meio da Contraf-CUT, demonstrando a união do setor financeiro com a luta contra a misoginia.


A ação faz parte dos “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”, uma campanha contínua de combate ao assédio, à desigualdade de gênero e à violência doméstica. A Contraf‑CUT reforça que a luta não se limita às ruas. Dentro dos bancos, as bancárias têm conquistado avanços concretos. A Convenção Coletiva de Trabalho de 2024 incorporou cláusulas inéditas de combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência, obrigando as instituições financeiras a manterem canais de denúncia com sigilo e acolhimento humanizado.


Para a secretária da Mulher da Contraf‑CUT, Fernanda Lopes, a mobilização desta semana mostra que a luta vai além de reivindicações salariais ou profissionais. “O feminicídio é só a face mais extrema de uma violência estrutural que se manifesta de várias formas, assédio, desrespeito, desigualdade de oportunidades, inclusive nos bancos.”


Além disso, a Contraf‑CUT enfrenta uma nova frente de combate: a violência digital. Com a crescente dependência de plataformas online por parte das bancárias, o assédio cibernético, difamação e disseminação de conteúdo ofensivo têm se tornado frequentes. A entidade reforça que seguirá usando seus canais internos para acolhimento, denúncia e assistência jurídica às vítimas, promovendo conscientização e apoio coletivo.


O movimento sindical bancário reafirma: a luta contra a violência de gênero é permanente, é coletiva e exige mobilização. Cada mulher bancária merece respeito, segurança e condições dignas seja no ambiente de trabalho, na vida pessoal ou no espaço digital.

 
 
 

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